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Banda União Musical Pessegueirense

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A Banda União Musical Pessegueirense é composta por 70 elementos de ambos os sexos, sendo a sua maioria com idade inferior a 30 anos, resultado da aposta feita na  formação de jovens na Escola de Música.

A Direcção artística  está actualmente a cargo do maestro Serafim Aguiar.
Fundada em 16 de Julho de 1866 com o nome de Filarmónica Flor do Vouga, é uma  das mais antigas do distrito de Aveiro e a mais antiga do concelho de Sever  do Vouga.

Nascida de uma escola de música sustentada por algumas famílias  da freguesia, que  contrataram para o efeito o mestre António Sapata, de Aveiro.
O primeiro instrumental  foi abonado pelo Prior de Rôge (Vale de Cambra) – Padre  Manuel Francisco de Amorim.

Por volta de 1930,  passa a adoptar o nome  de Banda  União Musical Pessegueirense, não sem antes, em data desconhecida se ter designado Filarmónica Pessegueirense. Em 1960, devido a dificuldades financeiras, a Banda foi  substituída durante um longo período  pelas Indústrias Vouga, adoptando o nome de Banda União Musical  Industrias Vouga, até 1983, ano  em que a mesma passa a ser dirigida por uma  direcção.

Desde a sua fundação, a direcção musical esteve entregue a vários regentes quer da  freguesia quer fora da mesma: António Sapata, António Rodrigues da Silva, António  Francisco Tavares, António Joaquim Henriques Correia, Virgílio Correia (Maestro e professor durante 54 anos ininterruptos), Amílcar Cunha, Jacinto Maria  e Serafim Aguiar.

Em 1984 a Banda é classificada como Instituição de Utilidade Pública em Portaria  publicada em Diário da República.

Em  1989 grava uma cassete com algumas peças  do seu reportório.

Em 2001 grava um CD com algumas peças do seu reportório.

Com sede  no Centro Social de Pesssegueiro do Vouga (Cruzeiro), possui aí a sua sala  de ensaio, escola de música e museu.

Ao longo dos seus 139 anos, a Banda União Musical Pessegueirense tem levado  o nome da freguesia  e do Concelho aos mais diversos pontos do país, tendo sempre coroado de êxito as suas actuações.

Maio/2005